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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

summa solitate II

Já não há sorriso no seu rosto
Já não há brilho no sue olhar
Já não me abraças de bom gosto
Já não se lembra de me amar

Já não me faz promessas
Já não tem em mim fé
Já não quer mais conversa
Já não me oferece o café

Já não me faz companhia
Já não me dar noticias
Da-me "tchau" inves de "bom dia"

Já não me elogia
Já não me traz paz
Já não me ama mais.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A marcha de José

Para José meu lado (eu)lirico
quero morrer do meu proprio veneno


E agora josé para onde vamos?
Não tenho mais dinheiro
Perdi o emprego
Ganhei mais quilos
Perdi amigos
Não tenho planos
 E agora José para onde vamos?
Quero fugir do sistema
Quero escrever meus poemas
 E ir pro cinema
Quero ser tudo com quem simpatizo
Cansei de fazer oque não gosto
cansei de fazer oque não quero
Quero viver da arte
  Eviver assim espero
Quero fugir pra Minas
Quero fugir da sina
Quero ter namorada
Quero ler mais Mafalda
Quero ser oque quiser
Ser criança de novo
velho um pouco
Quero somar todos os meus "agora"
  E fazer meu proprio futuro
  E agora José pra onde vamos?
Já tenho alguns planos
Que tal para Minas?
Comer queijo, tomar pinga
Ou fiquemos por aqui
Aproveitar carpe diem
Cansei de fazer oque não gosto
Vamos marchar José?
José para onde?

-Vamos ser tudo oque quisermos
Vamos forjar um novo inferno
Vamos conhecer novos amores
Vamos beber até esquecer nossas dores
vamos marchar e marchar
Até chegar onde queremos
Aproveitar enquanto vivemos
Vamos viver o sonho do poeta que diz
"quero pra mim todos os sonhos do mundo"
E quero torna-los reais
Qeuro ser tudo oque quiser
Quero esquecer as regras
Pois   ja esqueci as rimas
Quero criar meu próprio sistema
Quero escrever meus poemas
Quero viver no meu mundo
Quero esquecer os dilemas
Quero para mim todos os sonhos do mundo
Ao som de uma boa música de fundo
Marchando em frente porque a vida não anda pra trás
Quero viver cada dia de vida a cada dia d evida que perco
Quero aproveitar tudo antes da morte sem entrar em desespero

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O Fingidor

devoto do ocultismo
Estudioso da astrologia
Seguidor do esoterismo
cd
O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente.
- Fernando Pessoa
ba

Filho da poesia,
Filho de Portugal
Também terra de Cabral,
                    
Poeta de muitas faces
De muitas fazes
De poucos risos
Poucos amigos,
Casado com a loucura
E com crises existências
Amante das leituras
Não superficiais
O místico
Amigo de Sá carneiro
Heterônimo Alberto Caeiro
Álvaro de campos
Ricardo Reis
Nascido em Lisboa
Fez versos sobre reis
Foi Fernando Pessoa                       

summa solitate



De repente me bate a saudade
Nem sei do que sinto falta na verdade
Na minha cara bate a nostalgia,
Que saudade sinto da boemia,
Dos velhos amigos, das antigas companhias,
Das musicas na madrugada
Da comida requentada
De tudo que tive um dia

De tudo que nunca tive
Nem ei de ter ou pensei que tivesse
Ou pensei que soubesse
E pensei que soubesse
E pensei que tivesse,
Mas só sei da poesia,
Mas só tenho a nostalgia.                                

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Pobre rima


As vezes rimo por rimar
Não que queira-te mal ‘amar
É que as vezes escrevo sem afinco,
Sem esperar qualquer sentido

Na pobreza da rima
Não espero grande filosofia
Nem grande poesia
As vezes apenas rimo por rimar.                                                                   

Não veio nimguém


Esperei por ti, tu não vieste.
Esperei por desculpas, essa não veio,
 Esperei a amiga e ela chegou tarde,
Esperei o ônibus, mas já havia passado,
Esperei o amor, só havia paixão,
Esperei alegria, achei solidão,
Esperei a amada veio frieza
Esperei outrem não veio ninguém.

É preciso navegar


Vem hoje o dia vai ser melhor
Vem que eu te mostro, não sou pior
Que esse teu velho orgulho

Vem. Dê-me seus braços vem me beijar
 Se quiser vou te dar o mar
Então vamos navegar

Vem, mas não vá assim tão fundo.
navegar é preciso-Fernando Pessoa
Tenho medo do grande mundo
Por favor, não se perca.

Vem e embarque no meu navio
Hoje eu vim lá da grande Rio
Meu amor não se perca no mar

Vem, precisamos navegar
Conhecer um outro lugar
Que não sejatão sujo
Tão melhor que o orgulho
Que não seja tão fundo
Que não seja este mundo
Que não seja imundo
Que não seja este mundo

Precisamos navegar no mar
Conhecer outro lugar.                                                                                          

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Contos de fadas


Hoje acordei de madrugada
Lembrei-me das flores que lhe dei,
Do nosso amor conto-de-fadas
Lhe juro jamais pensei
Que o nosso amor fosse maçada
Com solidão já mais pensei,
Mas se você não quer mais nada
Então por ti não morrerei.
Então que acabe o conto-de-fadas,
Mas não devolva oque lhe dei
E se você não quer mais nada
Então esqueça que te amei

Hoje acordei de madrugada,
Lembrei-me dos planos que fizemos
Do nosso amor conto-de-fadas
De tudo que não vivemos
Das saídas com a moçada
De tudo que rimos ou sofremos
Da janela estrelada
Do dia em que nos conhecemos
Ah..o dia em que nos conhecemos.

Hoje acordei de madrugada e quase não durmo
Multei-me a bicho noturno
Tão triste; soturno.
Que já não me conheço
E às vezes te esqueço,
Mas sempre me recordo
E já não mais suporto
Pois toda madrugada acordo
E de novo...e de novo recordo desse conto-de-fadas.